Mais uma vez acendendo as velas, e com um sopro apagando-as. Os trejeitos da infância cada vez mais longínquos, aos poucos tornando-se mulher, A vida passa tão depressa, que quando percebemos, foi-se. Um sopro, um piscar, um sussurro. Hoje, 17, amanhã, 18. Apaguemos as velinhas, cantemos parabéns, felicitemos, abracemos... E depois contemplemos o velho álbum, com as fotos, de quando ainda cabia em meus braços.

